Dorival Júnior foi apresentado como novo treinador do Santos nesta sexta-feira (10). Esbanjando confiança e valorizando o trabalho do antecessor Marcelo Fernandes, o técnico volta ao Peixe após os títulos paulista e da Copa do Brasil em 2010.
Anunciado nesta quinta, o profissional comandou o primeiro treinamento hoje, e o Peixe já entra em campo neste sábado (11), contra o Figueirense. Com pouco tempo de trabalho, Dorival diz que vai utilizar base de Fernandes. "Fico feliz de ter ao meu lado o Marcelo", afirmou.
"Nós ainda vamos viver por algumas rodadas dando sequência ao trabalho do Marcelo, vamos tentando acrescentar um ou outro detalhe", diz Dorival. Sobre os detalhes citados, o treinador busca motivar a equipe, que se encontra na zona de rebaixamento do Brasileirão.
"Eu espero uma mudança na postura, na maneira que entraremos em campo depois do último jogo. Mas o Santos tem capacidade para buscar uma recuperação e espero que aconteça o mais rápido possível", torce.
Dorival assinou longo contrato com o Santos, até o final de 2017, e o primeiro objetivo é deixar as últimas posições no Nacional, para depois pensar em "voos mais altos".
"O presidente do Santos me disse que queria um trabalho para dois anos e meio e isso me fez pensar em aceitar o trabalho e dar sequência depois da primeira meta, que é a fuga do primeiro momento [zona de rebaixamento]. A partir daí coisas boas começaram a acontecer", prevê.
O novo treinador também falou sobre reforços. Sandro, do Queens Park Rangers (Inglaterra), tem negociações avançadas, enquanto nomes experientes como Alex e Nenê também interessam.
"Tem muitos nomes pipocando. São jogadores importantes. Acredito que interessem a muitas equipes. Mas o Santos só vai se pronunciar a partir do momento que tenha fechado com um ou outro atleta. O Sandro merece naturalmente uma atenção, mas a diretoria trabalha para que possamos ao longo da semana buscar uma ou outra opção para fortalecer o nosso elenco", explicou Júnior.
Após campanhas contra o rebaixamento com Flamengo, Fluminense e Palmeiras, e trabalhos curtos, o treinador confia que terá vida longa no retorno à Vila Belmiro.
"Meus últimos trabalhos foram de salvação em um primeiro momento. Nunca pude remontar e aqui confiei na promessa", concluiu.
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