Com a derrota para a Portuguesa, por 3 a 0, na noite deste domingo, no Canindé, o Santos ficou um pouco mais distante do G-4 do Campeonato Brasileiro. O técnico Claudinei Oliveira reconheceu que o revés no fim de semana deixou a situação de sua equipe ainda mais complicada, na disputa por uma vaga na próxima Copa Libertadores da América, tendo em vista que a distância para o G-4 aumentou - o time da Baixada Santista tem 36 pontos, sete a menos do que o Botafogo, quarto colocado.
"Antes da partida eu falei que, para falarmos em G-4, nós precisaríamos estar dois ou três pontos atrás do quarto lugar, no máximo. Até porque, não existe vitória de seis pontos. Tem que ser jogo a jogo", disse Claudinei, que não condicionou a sua permanência no cargo a uma eventual classificação para a Libertadores.
"Não estou preocupado se preciso da vaga na Libertadores para ficar no Santos. Eu procuro mostrar o meu trabalho para os atletas, diretoria e torcida, que tem apoiado o time. O que vai acontecer no ano que vem, eu não sei. O futuro a Deus pertence", comentou o treinador santista.
Claudinei Oliveira, que recentemente foi alvo de críticas do promotor de justiça Francisco Cembranelli, membro do Comitê de Gestão alvinegro, tem contrato até o fim do ano com o clube do litoral.
No entanto, o comandante, que substituiu Muricy Ramalho no fim do mês de maio, falou em tom enigmático sobre o seu futuro. "Se eu permanecer até o final do ano, vou tentar levar o Santos o mais longe possível. O importante é que tive a oportunidade de dar um 'start' na minha carreira no profissional, mostrando a minha cara e o meu trabalho. Esperamos que o futuro seja bom e pautado em vitórias", encerrou.
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